E o Verjíneo resorveu voltar pra Pira City.
E assim resgatamos raízes - muito sem querer, mas muito massa!
E lá fui eu, pro Barrocão...
...não pisava lá havia uns bons trocentos anos...
(uns 15, com certeza!)
Foi dilíça: comprei logo uma bike pra mim.
Fui de novo...
...em abril fui correndo (15 km, no dia da festa do meu niver)...
...noutro mês, 21 e poucos km - meu recorde! (vortei pra casa que nem walking dead)...
...e, de bike, sempre que eu ia pra lá (pois aí é muito fácil).
E assim foi: 2016 agora, acabo indo pelo menos de bike sempre que vou pra lá - meio que uma vez por mês.
***
O Barrocão é um sítio, e eu acabo nem entrando ali. Mas o que vale mesmo é a ida e a volta: o passeio delicioso, a chance de encontrar cobras, a descida maluca a 1000 por hora, o cheiro do mato (e do calipar), o vento e o Sol - e o céu.
A chuva (se estiver chovendo), o limão, a laranja, a goiaba ou a manga no caminho, os sons e o silêncio, a subida animal - e que subida!
40 minutos, uma hora, duas horas e meia... é sempre um reencontro!
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